04/07/2018

Como a tecnologia pode revolucionar o mundo

A quarta revolução industrial é um dos termos da atualidade mais propagados em eventos de negócios. Nela, tecnologias como Inteligência Artificial (IA), Big Data e Analytics, estão em constante evolução e prometem reinventar diversas áreas e setores.

Essa revolução promete automatizar processos por meio da consolidação e análise de informações; gerar novos insights para a melhor compreensão de situações e momentos para garantir uma tomada de decisões mais rápida e assertiva; e promover o engajamento cognitivo que visa promover maior resolução de todo o tipo de tarefas e situações.

Com isso, essas ferramentas inovadoras ganham, cada vez mais, visibilidade e investimento. Conforme levantamento realizado pela Statista, empresa que reúne estatísticas de diversos mercados, a IA movimenta, atualmente, US$ 2,4 bi. Porém, para 2025, a expectativa é de que esse valor supere os US$ 60 bi, fazendo desse um dos principais setores para a transformação dos negócios no mundo digital.

Se hoje, as companhias inovadoras já criam soluções com o uso da computação cognitiva, como carros autônomos, softwares que auxiliam médicos na identificação de células cancerígenas, robôs que auxiliam na organização de empresas e até auxiliam nos cuidados de pacientes em estados terminais, a tendência é de que, no futuro, a automatização de processos transforme as atividades rotineiras de diversas empresas, que historicamente encontram barreiras para a realização de tarefas que deveriam ser simples.

Ao contrário do que se imagina, não é mais futuro, é uma realidade. Hoje, esse tipo de tecnologia já está tão presente no cotidiano das pessoas, que elas já não conseguem mais notar a inovação, mas sim, seus benefícios. Ao realizar uma pesquisa na internet, por exemplo, caso ocorra algum erro ortográfico, o próprio buscador questiona se a intenção do usuário não era outra.

O próximo passo dessa jornada evolutiva é a popularização dessas tecnologias e a garantia de uma disponibilidade cada vez maior. Como já dizia o escritor américo-canadense William Ford Gibson: “como eu tenho dito muitas vezes, o futuro já chegou. Só não está uniformemente distribuído”.

Fonte: Correio do Estado
30/05/2018

HTTPS não quer dizer segurança

Sejamos honestos, quando a maioria das pessoas veem um cadeado verde com a palavra seguro à esquerda de uma URL, pensam que realmente estão em um ambiente protegido. O mesmo vale para “esse site usa uma conexão segura” ou URLs que começam com as letras “https”. Cada vez mais sites passam para HTTPSL. A maioria não tem escolha. Mas afinal, qual o problema? Quanto mais medidas de segurança melhor, não é mesmo?

Estamos prestes a revelar um pequeno segredo: aqueles símbolos de “segurança” não garantem que um site é seguro. Um site de phishing, por exemplo, pode de forma legítima exibir esse cadeado verde reconfortante ao lado do endereço https. Então o que está acontecendo? Vamos descobrir.

  • Conexão segura não significa um site seguro

O cadeado verde significa que o site recebeu um certificado e que um par de senhas criptografadas foram geradas. Esses sites criptografam a informação transmitida entre você e a página. Nesse caso, a URL começa com HTTPS, com o último “S” significando “Seguro”.

Claro, dados transmitidos criptografados são ótimas premissas. Significam que a informação trocada entre seu navegador e o site não está ao alcance de terceiros – provedores, administradores de rede, cibercriminosos, entre outros. Isso permite a inserção de senhas e detalhes de cartão de crédito sem olhos curiosos.

O problema é que cadeados verdes e os certificados não dizem nada sobre o site em si. Uma página de phishing pode simplesmente obter esse certificado e criptografar todo o fluxo com você.

De forma simples, o cadeado simplesmente garante que ninguém mais pode espionar os dados inseridos. No entanto, sua senha ainda pode ser roubada pelo site, caso seja falso.

Phishers usam e abusam disso: de acordo com a Phishlabs, um quarto dos ataques desse tipo são executados por sites HTTPS (há dois anos, eram menos de 1%). Além disso, mais de 80% dos usuários acreditam que a mera presença do símbolo significa que o site é seguro, o que os leva a não pensar duas vezes antes de inserir seus dados.

  • Como não cair em uma armadilha?

Para resumir, a presença do certificado e do cadeado verde significam apenas que a transmissão entre você e o site está criptografada, e o certificado foi emitido por uma autoridade confiável. Entretanto, isso não previne que sites HTTPS sejam maliciosos, fato que pode ser facilmente manipulado por cibercriminosos.

Portanto, fique ligado, não importa se a primeira impressão sobre o site parece segura:

  1. Nunca digite informações de login, senhas, credenciais bancárias, ou outra informação pessoal em sites sobre os quais você não tem certeza acerca da autenticidade. Para isso, verifique o nome do domínio – e com bastante cautela. Os nomes de sites falsos podem diferir do original, até mesmo por apenas simples letra. Certifique-se que links são confiáveis antes de clicar.
  2. Sempre leve em conta o que um site em particular oferece, caso pareça suspeito e se você realmente precisa se registrar.
  3. Garanta a proteção de seus dispositivos com antivírus eficaz: o Kaspersky Internet Security verifica URLs com base em extensa lista de sites de phishing e detecta golpes independentemente do quão “seguro” determinado recurso pareça.

Fonte: Kaspersky Blog
03/05/2018

Spam completa 40 anos

A regra é simples: se você possui um endereço de e-mail, você já recebeu um spam. Talvez ele estivesse querendo te vender uns “remédios” suspeitos, ou até mesmo te convencer a entrar em uma rede social “diferenciada”. Mas a certeza é uma só: todo e qualquer usuário da internet, mais cedo ou mais tarde, vai receber mensagens não-solicitadas de uma fonte desconhecida. E, acredite ou não, tudo começou há 40 anos, no dia 3 de maio de 1978.

Nessa data, o marqueteiro norte-americano Gary Thuerk, que na época trabalhava para uma empresa de computadores, resolveu disparar um material de divulgação sobre sua nova linha de equipamentos para 393 clientes em potencial através da Advanced Research Projects Agency Network (ARPANET), uma versão pré-histórica da internet. O ato impensado rendeu lucros razoáveis aos chefes de Gary, mas, por outro lado, marcou o nascimento de uma prática que até hoje inferniza a vida de muitas pessoas.

Aos poucos, o spam começou a se popularizar em salas de bate-papo — não com intuito comercial, mas apenas para irritar a paciência alheia mesmo. Internautas tinham o costume de entrar em conversas e “spammar” a tela para impedir que os outros acompanhassem as mensagens mais antigas. Em março de 1993, um azarado identificado como Joel Furr postou acidentalmente a mesma mensagem 200 vezes em um chatroom, o que chegou a congelar os computadores de alguns usuários.

Mas o spam como conhecemos hoje só virou moda mesmo depois de 1994, quando uma dupla de advogados começou a disparar mensagens publicitárias para seus clientes — imigrantes ilegais que poderiam conseguir o visto permanente nos EUA. Quatro anos depois, enviar e receber spam já havia se tornado algo tão comum que até mesmo o Dicionário de Oxford, referência da língua inglesa, resolveu adicionar o termo em seu vocabulário, definindo-o como “mensagens irrelevantes ou não-solicitadas enviadas através da internet, tipicamente para um grande número de usuários, para propósitos de publicidade, phishing, distribuição de malware etc.”.

Números assustadores

Hoje em dia, estima-se que ao menos 85,23% dos e-mails trocados diariamente são spam, sendo que a maior parte deles se enquadra nas categorias “saúde”, “adulto”, “tecnologia”, “finanças pessoais” e “educação”. Felizmente, só 2% do spam global contém malwares e outros scripts maliciosos — o que não torna os e-mails menos chatos e irritantes, venhamos e convenhamos.

A situação vem piorando desde 2003, quando botnets (redes de computadores escravizados) passaram a ser utilizadas para realizar disparos. Embora os EUA tenham apresentado uma legislação no mesmo ano obrigando que mensagens não-solicitadas acompanhem um link pelo qual o destinatário possa se desinscrever (CAN-SPAM), isso não resolveu muito a questão.

Aliás, atualmente, o “rei do spam” são os Estados Unidos, seguidos pela China, Rússia e Ucrânia. O Brasil, felizmente, se encontra em sétimo lugar na lista atualizada do site Spamhaus; há alguns anos, nosso país disparou para o topo do ranking, tendo gerado nada menos do que 7,7 trilhões de mensagens não-solicitadas em 2009.

Fonte: CANALTECH
04/04/2018

Brasil sobe quatro posições no ranking de computação em nuvem

O Brasil é o 18º país com as melhores políticas de computação em nuvem entre um ranking de 24 nações. O estudo Tabela de Desempenho Global sobre Computação em Nuvem avalia as políticas relacionadas à computação em nuvem em regiões líderes no mercado de TI.

A pesquisa foi feita pelo BSA | The Software Alliance, defensora global do setor de software perante governos e no mercado internacional. Neste ano, o Brasil subiu quatro posições, mas ainda figura atrás de outros países emergentes como África do Sul, Argentina e México.

No topo, está Alemanha como a melhor avaliação por conta de políticas recentes de segurança cibernética e motivação do livre comércio. Na outra ponta, figuram Rússia, China, Indonésia e Vietnã, onde a limitação de livre circulação de dados ainda freia o avanço destes países na área de TI.

O levantamento da BSA leva em conta as políticas que contribuem para ao crescimento da computação em nuvem nos últimos cinco anos. Ou seja, traz uma análise mais social e de infraestrutura que de número diretos.

“O objetivo deste ranking é fornecer uma plataforma de discussão entre formuladores de políticas e provedores de serviços em nuvem. Este diálogo pode ajudar a desenvolver um regime internacional comum de leis e regulamentações que facilitem a computação em nuvem”, explica Antonio Eduardo Mendes da Silva, conhecido no mercado como Pitanga, em comunicado oficial da BSA.

O estudo ainda traz uma análise qualitativa do mercado como um todo. Ao que diz respeito ao Brasil, ele mostra que os mercados emergentes continuam atrasando a adoção de políticas pró nuvem, sobretudo por conta de falta de segurança cibernética. O estudo completo pode ser visto no site oficial da BSA.

Veja ranking completo:

1.    Alemanha

2.    Japão

3.    Estados Unidos

4.    Reino Unido

5.    Austrália

6.    Singapura

7.    Canadá

8.    França

9.    Itália

10. Espanha

11. Polônia

12. Coreia do Sul

13. México

14. Malásia

15. África do Sul

16. Turquia

17. Argentina

18. Brasil

19. Tailândia

20. Índia

21. Rússia

22. China

23. Indonésia

24. Vietnã

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Fonte: CANALTECH
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